quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Poder Político da Igreja no Brasil de hoje

Introdução
         A Igreja busca poder político e controle do Estado, para que não haja desintegração de seus fieis, para isso amplia sua influência nos países, para não perder sua força social e por isso que se opõem aos regimes autoritários e contestadores.
       Atualmente, no séc. XXI, após as reformas eclesiais, é na America latina que se encontra o maior numero de fieis e por isso torna-se mais fácil sobrepor à mensagem religiosa passada pela Igreja.

Nos dias de hoje:
Atualmente, no séc. XXI, após as reformas eclesiais, é na America latina que se encontra o maior numero de fieis e por isso torna-se mais fácil sobrepor à mensagem religiosa passada pela Igreja.
          Max Weber acredita que existem três tipos de poderes para que se possa obter controle de uma nação. Dentre eles o poder tradicional, característico das monarquias, que independe da legalidade formal. O poder carismático, que é aquele exercido pelos líderes autênticos, que interpretam os sentimentos e as aspirações do povo, muitas vezes contra o direito vigente. Por fim, o poder racional, que é exercido pelas autoridades investidas pela lei, havendo coincidência necessária, apenas neste caso, entre legitimidade e legalidade. A Igreja caracteriza-se pelo segundo poder, o carismático obtendo vitória no ponto mais sensível da humanidade, o emocional.

A política em Santo Agostinho


  Para que haja ordem e paz é necessária a atividade política do pastor que busca concentrar o povo. Pois assim, os governantes, por meio do exercício correto poderão fazer o melhor serviço para o bem comum. Como o ser humano é um todo, deve-se preocupar com exercício ao Culto do Deus verdadeiro, pois ele transforma as pessoas.              
         A política em Santo Tomás de Aquino
                                
A sociedade política/reino/civitas como a organização humana de cúpula e a mais importante, à qual todas as outras fazem referência.
A ciência mais importante - ciência arquitetônica - porque se refere ao objeto mais elevado e perfeito, é a política, ciência prática por excelência.
O papel da razão na sua feitura (por contraposição à política como pecado em Santo Agostinho).

Para o grupo:
A religião por meio de seu poder carismático mantém influência garantindo o seu poder político, que por conseqüência, manterá os fieis e seu poder econômico. A influencia da Igreja nos dias de hoje não é mais como antigamente, muitos fies não acreditam em seu poder e vão às missas com o único objetivo de rezar e agradecer a Deus. Porém, ainda há pessoas que são manipuladas.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Democracia participativa

Situando -se no assunto:
A democracia visa mecanismos valorativos que obtenham o controle da sociedade civil por meio de uma administração pública, no entanto o papel democrático não se reduz tão-somente ao voto, mas deve estender-se à esfera social.
Aqueles que defendem a democracia participativa alegam ter sido perdido o verdadeiro sentido da palavra democracia ao decorrer da história. Sendo a sociedade meramente representada pelos governos eleitos, e deixando de lado a participação efetiva.
Idealiza-se o motivo do exercício do poder político, que está baseado no debate livre entre cidadãos iguais, por meio da democracia participativa.

Pensadores:
Rousseau se opondo a representação política,defendeu a democracia participativa, dizendo que "Na verdade, as leis são as condições da associação civil".
No entanto, Locke ao caracterizar o poder legislativo, define a democracia participativa vinculando à representação do poder pelos governantes eleitos pelo povo, defendendo as liberdades negativas e a representação político-parlamentar


Pontos a destacar:

 Positivo: Todos possuem o direito de eleger aquele que julgar mais apto para praticar o poder, em seu nome, um direito de escolha. Por meio da eleição todos são iguais, pois tem o direito de voto, não importando classe social.

 Negativo: Pessoas sem instrução política podem ser manipuladas, já que são mais vulneráveis a serem enganados e assim podendo eleger candidatos de má fé, deixando de lutar pelos seus ideais, perdendo portanto a efetividade de seu voto e a escolha de alguém representativo de seu próprio poder.